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A relação entre a Insuficiência cardíaca e o Suicídio

A Insuficiência Cardíaca é uma doença que atinge cerca de três milhões de brasileiros e, se não tratada adequadamente, leva à morte em pouco tempo. Até 2030, estima-se que a prevalência da insuficiência cardíaca aumentará em 25%

A doença se manifesta através de sintomas como falta de ar, fadiga e inchaço dos pés e pernas. Também conhecida como "doença do coração fraco", ela é a terceira causa de internação em pacientes com mais de 60 anos, estando presente em até 10% dos indivíduos com idade superior a 65 anos.

Até 2030, estima-se que a prevalência da insuficiência cardíaca aumentará em 25%, segundo a World Heart Federation, o que se deve ao aumento de fatores de risco como obesidade, hipertensão arterial sistêmica e diabetes, somado ao maior envelhecimento da população e aumento da sobrevida dos portadores de doenças cardiovasculares como cardiopatias congênitas e cardiopatia isquêmica.

Quando há um predomínio de pulsão de morte, com suas consequências: um olhar pessimista para a vida, alto nível de exigências que acarreta em mais frustrações, compensação da ansiedade com comida como fonte de prazer, depressão que não está sendo tratada, falta de atenção e cuidados com doenças como diabetes, não tomar os medicamentos prescritos pelo médico para tratar da insuficiência cardíaca, mesmo que a pessoa não se suicide por meios convencionais, ela está cometendo suicídio inconscientemente.


Somos responsáveis por nossa vida, por nosso corpo que é o que nos coloca nesta vida como a concebemos, por isto precisamos nos cuidar, tratarmo-nos com amor e respeito.


Se a pessoa não consegue se cuidar, se amar e se respeitar, precisa urgentemente passar por um processo psicoterápico, transmutando pulsão de morte em pulsão de vida, aprendendo a lidar com frustrações, com tristezas, a ser feliz com os recursos que se apresentam, podendo assim usufruir da vida com prazer.

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1 Comment


Paloma Fonseca
Paloma Fonseca
Mar 11, 2023

Sim, concordo com o teor geral do texto. No entanto, quando o corpo não colabora, dando sinais inequívocos de piora, o melhor mesmo é assumir a resignação. Acredito que todos lutamos pela vida até onde pudermos, com o auxílio, no caso das doenças, de equipes de saúde. Ao mesmo tempo, aceitar a morte é um passo para a libertação do sofrimento causado pelas doenças, especialmente pela insuficiência cardíaca, que considero horrorosa. Não se trata de se suicidar, e sim de se preparar e preparar os familiares para a partida, quando o próprio corpo colapsa.

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